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DIA DE IEMANJÁ - FAÇA ESTE PODEROSO RITUAL

FAÇA UM PODEROSO RITUAL, VEJA NO FIM DA MATÉRIA

Publicado em 02-02-2012
        
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Lenda da sua historia e origem

Iemanjá era filha de Olokum. Em Ifé, ela casou-se com Olofin-Odudua e teve com ele dez filhos. Todos eles receberam nomes simbólicos e tornaram-se orixás. Um dos seus filhos mais conhecido é Oxumaré que significa o Arco-Iris. Disse-se que assim como o arco-íris ele também aparece e revela seus segredos após a chuva. Outro filho é Ogum, os dois são muito conhecidos no Brasil.  São seus outros filhos-deuses: Dadá, deus dos vegetais; Xangô, deus do trovão; Oloxá, deusa dos lagos; Oiá, deusa do rio Niger; Oxum, deusa do rio Oxum; Obá, deusa do rio Obá; Orixá Okô, deusa da agricultura; Oxóssi, deus dos caçadores;  Ajê Xaluga, deus da riqueza;Orum, o Sol; Oxu, a Lua. Com tantos filhos para amamentar os seios de iemanjá ficaram muito grandes.

Iemanjá estava cansada de permanecer em Ifé e decidiu fugir para o Oeste.

Numa cidade chamada Abeokutá vivia Okere, rei de Xaki. Iemanjá que continuava sendo muito bonita foi pedida em casamento pelo rei e ela aceitou, mas antes impôs uma condição: que ele jamais rira do tamanho enorme dos seus seios.

O rei Okere muito gentil e educado tratou-a sempre com amor e respeito. Mas um dia numa comemoração ele bebeu vinho demais e sem ter noção do que estava fazendo tropeçou em Iemanjá que o chamou de bêbado. Okeré então gritou que ela tinha seios enormes e balançantes. Iemanjá se sentiu ofendida e fugiu correndo.

 Na correria Iemanjá deixou cair uma garrafa que ela cuidava com muito desvelo porque tinha lhe sido dada pela mãe dela, Olukum, antes de morrer dizendo-lhe que somente a quebrasse em caso de perigo muito grande.

Ao cair a garrafa se quebrou e dela saiu água e dessa água nasceu um rio.

Iemanjá navegou por este rio que a levaria ao oceano, aonde vivia sua mãe Olokum.

Mas Okeré, seu marido, não queria que Iemanjá fosse embora e para cortar o seu caminho se transformou numa montanha (que até hoje leva seu nome) e se colocou no caminho dela. Iemanjá tentou passar por um lado, a montanha se movia para o mesmo lado; Iemanjá tentou passar pelo outro, a montanha se movia para o outro lado. Vendo-se impedida de chegar à casa da sua mãe Iemanjá chamou pela ajuda do mais poderoso de seus filhos: Xangô.

Ele chegou muito seguro do seu poder e pediu uma oferenda primeiro para depois ajudá-la: um carneiro e quatro galos, um prato de amalã (sua comida típica) com farinha de inhame e um prato de feijão com cebola.

Depois ele anunciou que assim que passa-se esse dia Iemanjá ia encontrar a saída certa e poderia passar para a casa da mãe Olokum.

De noite Xangô desfez todos os nós das cordas que prendiam a chuva e nuvens começaram a aparecer por todos os lados. Quando todas se reuniram Xangô chegou com o seu raio e o lançou sobre a montanha Okeré que se abriu em duas permitindo que Iemanjá passa-se. Ela chegou assim ao mar aonde permanece até hoje junto da sua mãe.

Assim Iemanjá se encontra em todos os lugares aonde bate o mar e recebe oferendas para se manter quieta e tranquila.

Iemanjá é Orixá de água doce como Oxum, mas devido a esta lenda ela é considerada rainha do mar. Junto com Oxum cuida das crianças: Oxum protege na gestação e Iemanjá no parto.

Olokum não é cultuada no Brasil.

Como todo orixá ela é africana e, portanto, negra. A imagem mais difundida e conhecida que a representa como branca de longos cabelos pertence à Umbanda no sincretismo com Nossa Senhora dos Navegantes. Na Umbanda é reconhecida com diversos nomes de acordo com a região em que estiver sendo cultuada: Princesa do Mar, Senhora do Mar, Rainha do Mar, Janaína, Inaê e outros. 

No sincretismo católico é reconhecida como Nossa Senhora das Candeias; dos Navegantes; Virgem Maria.

A Festa Tradicional dentro do Candomblé é na Bahia (Brasil) no dia 2 de fevereiro.

No Rio de Janeiro e nas cidades a beira mar é saudada no dia 31 de dezembro na passagem para o novo ano.

Ela tira de nossos ombros o peso dos problemas e traz esperanças para sua solução rápida e certa.

 Na Umbanda ela é chamada de Iara, Mãe d'Água, Sereia, Inaê.  

Os filhos de Iemanjá são voluntariosos, rigorosos, protetores, impetuosos e, às vezes, arrogantes. Respeitam a hierarquia, e se fazem respeitar, são justos e formais. São maternais preocupando-se com os outros. Reservados  e sérios não gostam muito de falar da própria vida.  Sem chegar a ser como a vaidosa Oxum, elas também gostam de luxo, das cores azuis e das roupas vistosas. Usam jóias caras.

 Ela é por excelência o arquétipo da maternidade. Gerou dez filhos e sabe ser generosa como foi seu ventre: a Oxum lhe deu de presente o rio que leva seu nome; a Ogum lhe deu de presente um pedaço de mar nasceu assim Ogum Beira Mar.

 
 Seu Axé, ou Força Cósmica Espiritual, é assentado sobre conchas do mar, colocadas dentro de um alguidar ou recipiente de cerâmica azul claro e enfeitado com colares e lenços das cores do Orixá: azul claro e branco. 
Os atributos simbólicos de Iemanjá são: Sol, Lua Cheia, uma âncora, uma bóia usada pelos salva-vidas, uma canoa, sete ramos de flores brancas, argolas de prata, uma chave e uma estrela do mar. 
Outros adornos que ela gosta de receber são as coisas do mar e da água doce: patinhos, redes, peixes, cavalos marinhos, dentre outras coisas. E leques redondos de metal prateado (abebê) enfeitados com conchas do mar e búzios e iruquerés (que parece um rabo de cavalo) também enfeitados com símbolos das águas.

Comida:Entre suas comidas preferidas estão o milho branco, com leite de coco e açúcar (epo) a canjica, azeite, sal e cebola, peixes de água doce e entre as frutas a ela pertence o mamão.

Seu dia é o Sábado que se lhe consagra junto com outras Divindades como Oxum.

Seus adeptos devem usar contas de vidro transparente e se vestem de azul claro e branco.

Iemanjá é sensível às atenções que se tenham com seus filhos e também recebe com alegria os presentes daqueles a quem faz favores.  Pela sua sabedoria ela é consultada por todos os orixás em caso de desespero.

Diz a tradição do candomblé que há sete caminhos para se chegar ao mar, que são conhecidos como sete qualidades de Iemanjá:

1. Iemanjá AWOYÓ:
A mais velha das Yemanjás e a que mais gosta de luxo; usa sete saias e vive longe do mar, preferindo as lagoas. Sua comida preferida é a carne de carneiro e gosta de usar muitas jóias e coroa-se com o arco-íris.

2. Iemanjá OGUTÉ
É a guardiã de Olokum. A encontramos em todos os lugares que tenham água: lagos, lagoas, arrecifes, mar, rio, mas também nas matas. Sua cor é o azul claro e está casada com Ogum, o Deus do ferro. Gosta de receber suas oferendas tanto no mar quanto na mata.  Seus filhos são rancorosos, severos e violentos quando brigam.

3. Iemanjá MAYALEO
Encontra-se nos bosques e lugares que têm nascentes e poços naturais. É a feiticeira e também tem estreita ligação com Ogum. Tímida e calada, não gosta de ser tocada e quando está nas festas de santo se retira se alguém toca a sua iaô (mulher que a carrega).

4. Iemanjá AYABÁ
Uma Iemanjá sábia, trabalhadora e muito perigosa porque não deixa passar nada. Possui um ar de orgulho e quando faz previsões ela é muito respeitada. Costuma ficar de costas para ouvir as pessoas como se estivesse olhando para o horizonte perdido no mar.

5. Iemanjá KONLÉ 
Vive na espuma dos rios e na ressaca da maré. Gosta também de ficar enredada e envolta num mato de algas e limo. Por ser navegante se acomoda nas hélices dos navios.

6. Iemanjá AKUARA:
É a Iemanjá que vive na confluência dos rios aonde reina junto com Oxum. Esta é uma Iemanjá mais tranqüila que gosta de se divertir, dançar e rir. Gosta de cuidar de pessoas doentes ou carentes e é muito honesta.

7. Iemanjá ASESU:
É a Iemanjá que vive nos pântanos, na água turva, suja. Este é o meio de Nana de quem ela criou Omolu quando ele foi abandonado por sua mãe.  Muito séria e trabalhadora faz os trabalhos mais difíceis, aqueles que ninguém quer ou gosta de fazer.  Gosta de receber suas oferendas nos cemitérios. Demora muito a atender ao pedido de seus filhos porque é muito meticulosa.

A Linha de Iemanjá, linha do POVO DO MAR ou do POVO D’ÁGUA, também pode se apresentar como caboclas na Umbanda e trabalham com água do mar e com sal grosso.
Quando estão incorporadas em seus médiuns emitem sons como mantras que refletem o canto das sereias.

 

WICCA

IEMANJÁ  é uma Deusa lunar representando o ritmo da vida que se repete ciclicamente assim como as marés ela está ligada a tudo o que tem água. Iemanjá preside os nascimentos e para Ela se fazem rituais nos terreiros de candomblé antes do parto.

Ela é comparada à Deusa Ártemis na Grécia ou Diana em Roma. 

 

 RITUAL PARA IEMANJÁ

Atenção: Antes de fazer este ritual terá que tomar banho de limpeza e vestir uma roupa clara preferentemente azul ou branca.

 Se puder faça isto na praia. Caso não esteja perto, prepare em sua casa num local bem limpo uma mesa que deverá cobrir com uma toalha azul clara simbolizando água. No centro coloque um recipiente grande com água, dentro ponha algumas conchas do mar, flores brancas, anis estrelado, flores de camomila, perfume suave de alfazema e um punhado de sal grosso. Rodeie com sete velas azuis claras e sete velas brancas. Com as velas acessas imagine-se à beira do mar. Sinta a água do mar batendo em seus pés e veja as mãos amorosas de Mãe Iemanjá chamá-la para dentro do mar. Entre e sinta a suavidade da água tocando seu corpo e Iemanjá recebendo-a com todo o seu amor. Converse com Ela, entregue-lhe seus problemas e peça conselhos. Permaneça alguns minutos e saia do mar. Perceba que Mãe Iemanjá a acompanhou até a beira do mar e lhe convidou para voltar e encontrá-la quantas vezes quiser ou precisar. Volte para seu estado consciente serenamente. Abra seus olhos e olhe bem para a água da bacia. Dirija-se ao seu banheiro e deixe cair suavemente a água desde a sua cabeça. Sinta tudo o que você colocou caindo pelo seu corpo. Respire profundamente e exale com suavidade. Deixe que seu corpo se seque sozinho enquanto recolhe tudo do chão e coloca dentro de um saquinho de papel azul claro. Deite e durma com esse saquinho debaixo da sua cama à altura da sua cabeça. Preste atenção a seus sonhos, se os tiver, porque pode receber mensagens ou soluções para seus problemas. No dia seguinte levante-se e leve o saquinho para um lugar com água, de preferência o mar, ou um rio ou lago. Caso não tenha água por perto procure uma fonte numa praça ou jardim e deixe-o lá. Agradeça a Iemanjá pelo amor e a ajuda.

 




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